quarta-feira, 8 de julho de 2009

... II

Nossa! Quanto a quanto tempo não apareço por aqui!!! Mais isso não quer dizer que não quisesse fazê-lo, isso deve ter acontecido devido aos dias turbulentos que tive, afinal de contas a vida e feita de escolhas que são por nos realizadas levando em consideração o que nos é prioridade ou o que de fato é prioridade, e digamos que andei fazendo as minhas...
Mas adianto ao dizer o quão é prazeroso estar aqui agora, e isso nos leva a reflexão que pena que nem tudo que a gente faz é por prazer, pelo simples ato de fazer, e por que nos não somos capazes de deixar de fazer alguma coisa que nos é imposto para fazer o que dá vontade? Eu acredito que pra mim não seria prazeroso mais por que minha consciência ia ficar um tanto quanto pesada de não ta fazendo o que eu deveria. Mas nas férias TUDO É POSSÍVEL! Como fazer caminhada, conversar até altas horas, não ter hora de levantar, sair pra não fazer nada, dedicar mais tempo às pessoas que nos ama e a fazê-las feliz, e se der tempo fazê-las felizes novamente, dedicar mais tempo a si próprio, as suas aspirações, se dar o desfrute de escolher qual o melhor livro pra ler, quais ou quantos... E é nesse tempo que eu volto ao meu blog que estava abandonado...
O melhor que se tira de todas as vivencias (prazerosas ou não), são as nossas experiências, que nos serve de base para novas perspectivas, para a elaboração de sonhos mais fundamentados ou de outros sonhos, outras metas e se descobre coisas novas que podem nos proporcionar a tão sonhada felicidade. Que muito dificilmente alguém consegue por que o ser humano tem o instinto de sempre colocar obstáculos para que ela se concretize.
Estes obstáculos vão dos mais banais possíveis aos mais complexos e de difícil realização, mas o erro ta justamente na implantação destes obstáculos, nada nos impede de sermos felizes sempre, de nos bastarmos sempre de não depositarmos no outro nossa possibilidade de felicidade, não que a presença do outro não seja importante ela é sim e por muitas vezes indispensável, mas erro esta em exigir do outro alguma coisa que só assim culmine em sua felicidade, a simples presença dele e o que ela lhe proporciona deve ser o bastante, porque a felicidade é um estado de espírito de deve emergir de dentro para fora e que só assim deve satisfazer a nos e as pessoas ao nosso redor por que A MINHA FELICIDADE E A SUA FELICIDADE, quem nunca escutou isso? Outro erro a sua felicidade completa nunca vai ser a do outro com a mesma plenitude, querendo ou não em algum momento sua felicidade deixa de ser a do outro, este é um indicador que a sua felicidade não deve depender de ninguém e assim ninguém depende da sua e todo mundo chega a um consenso base de felicidade. Então me volto ao ponto de partida! Como nos podemos ser felizes não fazendo sempre o que gostamos? Eu me arrisco a terminar esta postagem esboçando uma resposta: 1º NOSSA FELIDIDADE NÃO DEVE LIMITAR-SE A LIMITAÇÃO DE LIBERDADE, 2º APESAR DE NÃO SER A NOSSA SATISFAÇÃO NESTE MOMENTO PODE VIR A SER DEPOIS COMO RECOMPENSA A ESTA IMPOSIÇÃO, E DE FORMA INSTATANEA ESTA COLABORANDO PARA A FELICIDADE DO OUTRO, o que colabora assim para nossa própria felicidade.